O silêncio dos críticos

(Autor: Kardec McGuiver)

Há nas redes sociais um imenso debate que pretende desmitificar o "Espiritismo" brasileiro, essa gororoba estranha que finge seguir a doutrina de Allan Kardec usando o mesmo nome. Mas mesmo nestes fóruns, nota-se uma certa passividade em torno do que deveria ser uma verdadeira iconoclastia. Mesmo desfazendo dogmas estranhos, se observa um estranho desejo de livrar seus autores de qualquer responsabilidade.

Critica-se o erro, mas não critica o responsável por este erro que segue impune praticando outros erros, ou no caso de falecidos (como Chico Xavier), estimula seguidores do médium a continuarem praticando erros, pensando em estar corretos. 

A falta de coragem em derrubar muitos totens do "Espiritismo" brasileiros tem facilitado para que muito mais erros continuem sendo publicados em nome da doutrina. Sem qualquer crítica contundente que pudesse os derrubar, lideranças deturpadoras seguem tranquilamente espalhando os erros que vão se consagrando se tornando a cada dia mais difíceis de serem desmentidos.

Será que os integrantes de debates espíritas não percebem que não adianta criticar o erro livrando  seu autor de responsabilidade? É necessário e até urgente que lideranças sejam responsabilizadas para que não se fortaleçam. O seu fortalecimento tem sido um grande estimulo para que os erros se transformem em acertos doutrinários, causando danos intelectuais à doutrina.

Erasto garantiu que os falsos profetas devem ser criticados sem piedade, pois a influência dessas lideranças é altamente nociva para a compreensão da realidade.

Este blogue continuará fazendo iconoclastia, pois entendemos ser benéfico para a humanidade o desmascaramento dos deturpadores do Espiritismo, que impediram a evolução intelectual dos  seguidores da doutrina em nosso país. 

Denunciar farsantes é caridade e é a nossa responsabilidade. Não ficaremos calados quanto a isso.

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