(Autor: Professor Caviar) Diante da crise provocada pela deturpação da Doutrina Espírita, seus ídolos e dirigentes sempre apelaram para o "discurso da fraternidade", tão bem construído que chega a convencer até mesmo os mais céticos. As palavras parecem maravilhosas: "Vamos deixar as discordâncias para lá. É certo que nós (leia-se deturpadores) erramos no entendimento errado da obra de Allan Kardec, e pedimos sua compreensão e misericórdia. Vamos nos unir na fraternidade, comprometidos com os ensinamentos de Jesus Cristo". Ad Passiones puro. O discurso falacioso acaba protegendo sempre os deturpadores. Nos últimos 42 anos, pelo menos, o que se vê é um engodo no qual, na aparência, coexistem conceitos igrejistas com outros cientificistas, uma falsa diversidade que emporcalha o legado trabalhoso de Kardec, que com seu próprio dinheiro se sacrificou para depois sua obra ser reduzida a uma bagunça em que qualquer um faz o que quer com seu trabalho. E ...
Chico Xavier - "Médium" Católico