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Mostrando postagens de setembro, 2020

Seguidora bolsonarista de Chico Xavier afirma moralismo punitivista

 (Autor: Professor Caviar) Oficialmente, acredita-se que Francisco Cândido Xavier e Jair Messias Bolsonaro são figuras antônimas, o primeiro representando o "amor", o segundo o "ódio". Esquecem os brasileiros que ambos se tornaram ídolos sob as mesmíssimas condições do imaginário brasileiro, que cultua arrivistas e, contraditoriamente, passa pano nos defeitos humanos mas é defensor de um moralismo rigoroso e punitivista para os outros, é claro. Para a própria pessoa, bem de vida, não há como pedir que se aceite calado o sofrimento. Existe uma página no Facebook chamada "Movimento Brasil à Direita", no qual se publicou a postagem sobre Jair Bolsonaro, então em campanha presidencial em 2018, estar segurando o livro Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho , que recebeu de presente da Federação "Espírita" Brasileira. Para desespero de muitos brasileiros, não é montagem Jair Bolsonaro estar segurando um livro de Chico Xavier, assim como não é pr

Bolsomínion "espírita" sai do armário e vandaliza sorveteria em Campinas

 (Autor: Professor Caviar) Na última semana, o típico bolsomínion se destacou nos noticiários praticando vandalismo numa sorveteria de Campinas, no interior de São Paulo. O jovem Rodrigo Ferronato, ao entrar no recinto, foi recomendado pela atendente a colocar a máscara para cobrir a boca, medida considerada preventiva para dificultar o contágio da Covid-19. Rodrigo não gostou e discutiu com a vendedora, e em dado momento ele partiu para a baixaria: "Faz alguma coisa comigo pra ver se eu não meto a mão na sua cara. Fala um 'a' pra você ver… fica olhando aí pra você ver o que vai arrumar". De repente, o rapaz, de 38 anos, chutou uma bancada e deu uma pisada num cone. Ele parecia estar ao lado de uma mulher. Ao sair, o rapaz, que xingou a vendedora de "lixo" e "palhaça", ainda falou "Eu não sou comédia", embora seus gestos fossem, sim, bastante constrangedores e até patéticos, típicos do "humor involuntário" de bolsonaristas, que

Brasileiros ainda têm muito medo de comparar Chico Xavier com Jair Bolsonaro

(Autor: Senhor dos Anéis) O Brasil vive um clima de fim da infância. Como em todo fim da infância, há um desespero total em não abandonar a infância e suas impressões agradáveis, que precisam ser repetidas como farsa. Nesse clima,  as pessoas reagem às mudanças no tempo com rejeição, e na sua insegurança elas se apegam a impressões que sempre marcaram seus melhores momentos. Ou seja, quando a infância termina, é aí que a pessoa mais se revolta contra isso, negando as mudanças e usando o saudosismo como um refúgio para a insegurança do futuro. No nosso país, temos, por exemplo, suspeitas de velhos feminicidas morrendo, "malvados favoritos" que, com 80 e tantos anos, embora há mais tempo "pedindo para sair", fumando mais do que chaminé de fábrica antiga no auge da atividade, e só de pensar nessa hipótese muita gente, mesmo as feministas, ficam de mimimi, porque ninguém quer ver um machista fraco, por temer que isso pode trazer vitimismo para eles e, além disso, também

"Espiritismo" representa o 'soft power' que engana muitos brasileiros

 (Autor: Professor Caviar) As pessoas andam muito assustadas com uma enxurrada de textos pondo em xeque o mito de Francisco Cândido Xavier, que mostram revelações bastante dolorosas que vão de encontro à imagem adocicada que o "bondoso médium" tem desde meados dos anos 1970, quando ele passou a ser associado como um pretenso símbolo de "paz e fraternidade", a exemplo da imagem de Madre Teresa de Calcutá trabalhada pelo inglês Malcolm Muggeridge (1907-1990), o "fabricante de santos". Até mesmo os algoritmos parecem "congelar" nas leituras deste blog, talvez obsediados pela figura mistificadora de Chico Xavier, por sinal um "patrono das fake news ", ele que, em suas primeiras obras "mediúnicas", apresentou um "Olavo Bilac" e uma "Auta de Souza" sem seus estilos poéticos peculiares e um "Humberto de Campos" com uma prosa mais cansativa de se ler, com textos "pesados" e conteúdo monotemático

Bancas de jornais tentam reabilitar Chico Xavier

 (Autor: Senhor dos Anéis) Diante do processo de desidratação de Francisco Cândido Xavier, popularmente conhecido como Chico Xavier, que fez seus seguidores investirem, agora, numa imagem "isenta" de um "endividado e imperfeito", e agora, desesperadamente, tentam relançar o mito do "bondoso médium" nas bancas de jornais. Lembremos que as bancas de jornais se tornaram propagandistas informais do golpe político de 2016. A partir das revistas e jornais expostos, os cidadãos foram induzidos a uma narrativa que, em primeiro momento, desqualificou o Partido dos Trabalhadores e o ex-presidente Lula e pediu a saída da presidenta Dilma Rousseff. Em segundo momento, tentou convencer os brasileiros que o governo Michel Temer "não era aquela maravilha", mas "era necessário para pacificar o país e resolver a crise econômica".  Em terceiro momento, através de uma associação simbólica com as revistas sobre o nazi-fascismo, criaram um efeito copy cat