Pular para o conteúdo principal

Dizer que Chico Xavier era o Kardec que voltou é uma malandragem

(Autor: Kardec McGuiver)

Há uma grande gama de pseudo-espíritas que acreditam na absurda teoria de que Chico Xavier era a reencarnação de Allan Kardec, com quem vivia contradizendo o tempo todo. O critério para essa afirmação absurda e bem superficial: o prestígio naquiloque os seguidores entendem como doutrina e a necessidade de priorizar o Brasil como pátria "espírita" o que não passa de um bem safado ufanismo materialista.

Mas na verdade, além do ufanismo e da ideia tola de que Kardec (o grande desconhecido dos brasileiros) tinha "escolhido" o Brasil para voltar, como se "Deus" tivesse dividido o país (divinizar a pátria? Xiiii...), a absurda lenda serve também para dispensar os crédulos seguidores de Chico Xavier de estudar Kardec.

E mesmo que os tolos que acreditam na tese admitissem que o conteúdo dos livros de Kardec e de Xavier diferem bastante, vão sugerir outra tese absurda de que Xavier resolveu "corrigir" e "atualizar" a sua obra, parecendo para os incautos que as obras de xavier esta mais corretas que as da codificação, dispensando os livros escritos por Kardec. 

Bingo! Troca-se os "rebuscados e prolixos"livros de Kardec pelas sonhadoras obras do médium bonzinho e sedutor. dispensa-se do esforço do estudo serio e consagra-se a relaxante fé cega de acreditar em qualquer coisa vinda de alguém que julgamos ser a volta de outro ainda mais superior.

E assim, o "Espiritismo" cristão pode se achar"kardecista" sem tocar um único dedo em algum livro de Kardec. Pra quê? Se "Kardec voltou como Chico" e que "as obras de Xavier estão ais atualizadas".

Assim o "Espiritismo" cristão se torna uma seita de malandros, intelectualmente preguiçosos e indispostos a estudar seriamente preferindo acreditar no que qualquer palestrante irresponsável diz nas passivas reuniões.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Provas de que Chico Xavier NÃO foi enganado por Otília Diogo

 (Autor: Professor Caviar) Diante do caso do prefeito de São Paulo, João Dória Jr., que divulgou uma farsa alimentícia durante o evento Você e a Paz, encontro comandado por Divaldo Franco, o "médium" baiano, beneficiado pela omissão da imprensa, tenta se redimir da responsabilidade de ter homenageado o político e deixado ele divulgar o produto vestindo a camiseta do referido evento. Isso lembra um caso em que um "médium" tentava se livrar da responsabilidade de seus piores atos, como se ser "médium espírita" permitisse o calote moral. Oficialmente, diz-se que o "médium" Francisco Cândido Xavier "havia sido enganado" pela farsante Otília Diogo. Isso é uma mentira descarada, sem pé nem cabeça. Essa constatação, para desespero dos "espíritas", não se baseia em mais um "manifesto de ódio" contra um "homem de bem", mas em fotos tiradas pelo próprio fotógrafo oficial, Nedyr Mendes da Rocha, solidário a...

O medo preocupante de se saber a verdade

  (Autor: Professor Caviar) Onde aparece o senso crítico, a revelação de um fato desagradável ao senso comum e a divulgação de questionamentos aprofundados, as pessoas fogem de medo. Num momento em que o nível de senso crítico dos brasileiros atinge níveis mais baixos, isso é muito preocupante, e a grande ironia é que, num tempo considerado "amplamente democrático", os objetivos de calar a população sonhados pela ditadura militar na época em que se decretou o AI-5, há quase 55 anos, foram finalmente realizados. As pessoas fogem de tudo que não representar narrativas oficiais. Pode ser uma verdade contundente, embora amarga e desagradável, que derrube antigas fantasias e reduza a pó as idolatrias e crenças consolidadas em cerca de 50, 60 anos. Pessoas adultas, consideradas experientes, idosos com netos, gente com diploma universitário, formadores de opinião, esse pessoal todo fugindo da verdade como o diabo do imaginário popular foge da cruz! O quadro é extremamente assustador...

Chico Xavier, o padre dos sonhos do coronel Brilhante Ustra?

(Autor: Professor Caviar) Francisco Cândido Xavier, oficialmente, simboliza o "amor". Jair Bolsonaro, o "ódio". Mas provas indicam que os dois são frutos de um mesmo imaginário que envolve catarse, baixo senso crítico, emotividade cega e exaltada e idolatria fanática. Ultimamente, as sintonias se afinam de tal forma que ocorrem caminhos "inversos". Jair Bolsonaro, tentando manter seu pretenso favoritismo eleitoral - factoide plantado pela grande mídia e levado a sério demais por uma opinião pública despreparada - , veste a máscara de "humanista", tentando disfarçar seus notórios preconceitos sociais, manifestos publicamente em diversas ocasiões. Por outro lado, se revelam aspectos bastante sombrios de Chico Xavier, que até hoje são renegados pelos seus seguidores, dominados pelas paixões religiosas e pela fascinação obsessiva - isso quando não atinge níveis de subjugação, que neste caso paralisa trabalhos intelectuais, cineastas e j...